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Como as empresas de entretenimento estão reagindo a mudança no comportamento do consumidor?

Essa semana, a Warner também anunciou que irá investir em um sistema próprio de streaming. Já não é a primeira produtora de entretenimento que decide caminhar para essa nova modalidade e, pelos indicadores, também não será a última.

Sendo assim, podemos entender que as gigantes do entretenimento estão precisando se adequar ao novo comportamento do consumidor. Afinal, essa premissa já está em voga há algum tempo e os números são inegáveis: os consumidores de entretenimento estão se adequando ao modelo do streaming.

Vimos o número de afiliações à televisão paga diminuir no ano de 2018. É claro que, a primeira reação disso, é entender que houve uma migração dos consumidores de televisão (fechada e aberta), para os serviços que disponibilizam conteúdos online. E, isso pode ser compreendido por alguns fatores.

 

Menos tempo e mais conforto

As pessoas estão trabalhando mais. Por isso, no tempo disponível, ainda é preciso cuidar da saúde. Se dedicar à família. Melhorar os conhecimentos através de cursos, e muitas outras coisas que estão diminuindo o tempo de lazer. Ou, que estão exigindo que o lazer seja menos ocioso do que, simplesmente, estar na frente da televisão.

Sendo assim, o recurso disponibilizado pelos canais, que é a possibilidade de encontrar algum entretenimento no horário que puder, já não atende as expectativas. De um modo bem simples: as pessoas preferem começar, pausar e continuar os conteúdos quando quiserem.

Por isso, os serviços de streaming se mostraram tão atraente, logo que surgiram. Dessa forma, a possibilidade de encontrar o conteúdo que quiser, assistir, parar e voltar quando for possível, é muito mais acessível do que, simplesmente, pegar algum “filme pelo meio”.

 

Relação custo benefício

Outro fator a ser considerado, é o quanto as pessoas estão destinando de seus salários, ao entretenimento. Antes, canais pagos eram considerados um luxo à parte. Inclusive, geravam status para quem tinha esse tipo de serviço.

No entanto, as pessoas estão gastando com mais parcimônia. Sendo assim, utilizar os serviços de streaming – que são bem mais baratos que os de televisão paga – se tornam uma opção bem mais vantajosa. Além do fato de ainda poder dividir com os amigos e reduzir esse custo.

 

A Warner segue o fluxo de outras grandes

É claro que as grandes produtoras de entretenimento também notaram esse maior interesse dos consumidores, em um serviço que, aparentemente, não seria tão agressivo. É por isso que, muitas delas, já estão criando as próprias plataformas de streaming, a fim de reconquistar os seus consumidores que ficaram pelo meio do caminho.

A AT&T divulgou que fará isso. Ela controla Warner, Turner (dona da Cartoon Network) e HBO. A Disney também já está seguindo esse caminho. Sendo assim, é de se esperar que mais algumas determinem as mudanças no seu portifólio logo. Cabe esperar para ver quais são os novos

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Lucas Dadalt

Físico Médico com formação pela USP e atualmente cursando mestrado em Física Aplicada a Medicina. No momento trabalho em tempo parcial com programação e produção de conteúdos nos mais variados temas como, por exemplo, finanças, investimentos, saúde e marketing.

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