Finanças

Dólar chega a 3,73 nessa quarta-feira

O dólar surpreendeu ao fechar mais uma vez em alta nessa quarta-feira, 16 de janeiro de 2019, mesmo em meio às condições internas desfavoráveis. Inicialmente, acreditava-se que a moeda pudesse voltar a cair, como apontavam os índices observados por volta no meio dia de hoje. No entanto, uma pequena alta pôde ser observada.

Anteriormente, na segunda-feira, o dólar enfrentou uma queda de valor em aproximadamente 0,41%. Em seguida, nessa terça-feira, houve alta de 0,70%, resultando em uma cotação de 3,72 para compra. Por fim, o fechamento de hoje trouxe mais uma alta de 0,21%, elevando o valor da moeda americana para 3,73, também a máxima do dia.

A expectativa de baixa apareceu quando o valor do dólar recuou, em pouco tempo, aproximadamente 0,05%. Contudo, foi descartada ao final do dia, quando alcançou o maior valor de fechamento desde o dia 7 de janeiro desse ano. Sobretudo, as constantes baixas do dólar começaram a aparecer por volta do dia 27 de dezembro do ano passado, quando a moeda vinha sendo cotada em aproximados 3,92.

Uma das questões com maior influência sobre a cotação do dólar é a paralisação que vem ocorrendo nos EUA. Surpreendentemente, a batalha de poderes entre o presidente Donald Trump e o partido democrata já perdura por 26 dias. Em resumo, mais de 800 mil servidores públicos do governo federal aguardam, sem receber salários, uma medida definitiva.

Acima de tudo, a discussão gira em torno da quantidade de recursos destinada à construção de uma barreira física na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Uma vez que esse foi o principal marco das campanhas que levaram à vitória de Donald Trump, o presidente se recusa a assinar um orçamento que não destine recursos para essa causa.

Sendo assim, a paralisação afeta aproximadamente 75% dos servidores. Acredita-se que o ocorrido esteja promovendo uma desaceleração da economia americana, sobretudo quando associado à disputa comercial travada contra a China. Ainda que seja possível perceber certa estabilidade, dar continuidade a esses processos pode trazer consequências graves aos EUA.

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Lucas Dadalt

Físico Médico com formação pela USP e atualmente cursando mestrado em Física Aplicada a Medicina. No momento trabalho em tempo parcial com programação e produção de conteúdos nos mais variados temas como, por exemplo, finanças, investimentos, saúde e marketing.

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